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Por que defender educação em tempo integral no ensino médio?

O caso de Pernambuco é exemplar: o estado tem conseguido melhorar significativamente seus indicadores nos últimos anos

Em meio à paralisia do Ministério da Educação e os debates sobre quais os projetos prioritários da pasta neste início de 2019, vale redirecionar a atenção para as políticas públicas sendo implementadas no nível estadual e que já apresentam resultados positivos na qualidade do ensino.

A edição do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) 2017 revela que apenas 1,6% dos estudantes brasileiros do ensino médio demonstraram níveis de aprendizagem considerados adequados em língua portuguesa. No nível básico encontram-se 27,5% dos estudantes e o nível insuficiente concentra a grande maioria, com 70,9%.

Considerando que apenas 33% dos jovens com 19 anos de idade concluem o 3º ano do ensino médio, observamos que o Brasil continua enfrentando desafios históricos que dizem respeito tanto à evasão e ao abandono escolar quanto à qualidade do ensino.

Ainda que frustrantes, os indicadores educacionais devem ser utilizados para a geração de intervenções que busquem melhorá-los. Entre as poucas intervenções exitosas realizadas nos últimos anos podemos citar a política do ensino médio em tempo integral. Ela foi elaborada a partir do modelo implementado pelo estado de Pernambuco e, nos últimos dois anos, se expandiu para todos os estados da federação.

Leia na íntegra: Nexo

Fonte: Jornal da Ciência, em 3 de abril de 2019. Disponível http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/24-por-que-defender-educacao-em-tempo-integral-no-ensino-medio/.


03/04/2019


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